Na época em que Paulo escreveu a Carta aos Gálatas, os argumentos formais para salvação pela graça em lugar das obras estavam encerrados. Mas Paulo lembra aos convertidos que voltar a lei era voltar, a escravidão anterior, embora tivesse preocupação que o seu trabalho entre eles tivesse sido em vão. …
Retorno para escravidão – Gálatas capítulos 4, versos de 8 a 11
Queridos.
Na época em que Paulo escreveu a Carta aos Gálatas, os argumentos formais para salvação pela graça em lugar das obras estavam encerrados. Mas Paulo lembra aos convertidos que voltar a lei era voltar, a escravidão anterior, embora tivesse preocupação que o seu trabalho entre eles tivesse sido em vão.
Os gálatas, por não conhecer a Deus, serviram a outros imaginários poderem pensando serem eles deuses. Então, Paulo faz um comparativo entre o passado e o presente, isto é, quando os gálatas acreditavam em deuses imaginários, e assim procedia por não conhecer o único e verdadeiro Deus.
A linguagem de Paulo é tipicamente judaica, “não são deuses”.
Para Paulo essa ignorância fazia os gálatas serem escravos do paganismo.
O problema era que os gálatas tinham tido o conhecimento de Deus, e estavam voltando para os fracos e pobres elementos, aos quais serviam no passado.
Os Gálatas estavam querendo voltar ao passado, assim como os judeus no deserto.
Paulo ficou supresso com pelo menos três causas
Estavam regressando para o passado; para os mesmos erros e não para erros novos.
Estavam mudando da realidade para não-realidade; do verdadeiro Deus revelado em Jesus Cristo, e os ” não deuses “.
Estavam abandonando o conhecimento real e íntimo por um conhecimento causal.
Paulo conhecia depravação espiritual do homem, e da graça eleitoreira de Deus, e mostra que é impossível o homem conhecer a Deus pelos próprios esforços.
A verdade é que Deus vem nos conhecer. É ele que toma a iniciativa da salvação. nós só conhecemos Deus porque Ele nos conheceu primeiro.
Nosso conhecimento de Deus, não é um conhecimento absoluto porque este, só Deus possui.
Os gálatas espiritualmente estavam num processo de fragilidade, e miserabilidades e isso os tornavam impossibilitados de serem livres. e Só Cristo pode redimi-los.
Os judaizantes tinham a intenção de escravizar os Gálatas, até na observação dos dias, dos meses, as das estações, e dos anos. Ao falar de “Dias” se refere ao sabbath e incluía os banquetes das datas especiais no calendário como os seus dias sábado, o Dia da Expiação
Quanto a “Meses ” se referem a celebrações do ciclo mensal ocorrendo periodicamente como aparecimento da lua nova
As “Estações” se referem a eventos sazonais de maior duração de que um dia como os banquetes de Tabernáculos, Páscoa etc. E “Anos” se refere aos anos celebrados periodicamente nos Jubileu como ano sabático.
Paulo, não é contra as observâncias destas tradições como fez com relação a circuncisão que levaria as tradições rabínicas, mas ele as considera no mesmo nível dos festivais pagãos.
Quis dizer se agir assim é continuar debaixo do controle destes princípios.
Quando Paulo, considerou as observâncias judias no mesmo contexto dos festivais pagãos ele quis mostrar que o legalismo leva a morte.
Queridos. Para Paulo, Submeter-se à Lei é decair da amizade de Deus para a servidão dos “elementos do mundo”, isto é, das forças divinizadas pelos pagãos.
Paulo mostra-se preocupado com os gálatas que, adotando a observância do calendário judaico poderiam voltar aos costumes pagãos de culto ao sol (Mitras) e à luz (Men), muito propagado na Ásia Menor.
E se isso acontecesse todo os seus esforços teriam sido em vão. E, faz uma exortação, ao explicar a ação de Deus por intermédio de Cristo Jesus. Para Paulo está falta de firmeza era inexplicável e indesculpável.
Os gálatas haviam esquecidos que os seus pecados haviam sido limpos em Cristo Jesus. Portanto não sejam como os gálatas.
Áudio ministração do reverendo Pinho Borges.
