Na cruz, o véu da vida foi rasgado,
Um ato de amor, eternamente gravado,
Jesus, em dores, por nós foi pregado,
Perdão dos céus, generosamente derramado.
Sobre a madeira, o amor se fez carne,
Entre pregos e espinhos, o divino se fez arte,
“Perdoa-lhes”, disse Ele, enquanto a morte arde,
No coração do mundo, plantou a eterna semente.
Nas lágrimas do céu, a esperança renasceu,
Naquele dia, o amor de Deus não morreu,
Pela cruz, a salvação a todos se ofereceu,
No sacrifício de Jesus, o perdão floresceu.
Amor tão grande, difícil de entender,
Deus se fez homem, veio nos socorrer,
Na cruz, seu sangue derramou para nos defender,
Sua vida entregou, para nos fazer renascer.
Naquele madeiro, o perdão foi esculpido,
Um ato de amor, pelo próprio Deus descrito,
Jesus na cruz, um destino já predito,
Pela humanidade, eternamente querido.
Oh, divina graça, oh, amor sem medidas,
Jesus crucificado, luz das nossas vidas,
Nos ensina a perdoar, sem guardar feridas,
E a amar como Ele amou, em todas as lidas.
Na cruz, encontramos a verdadeira liberdade,
Jesus, nossa ponte para a eternidade,
Pelo seu amor e imenso perdão de verdade,
Somos chamados à vida, à divina cidade.
Assim, que o amor de Deus, em Cristo revelado,
Nos inspire a viver um perdão renovado,
E que na cruz, nosso coração seja ancorado,
No amor mais puro, por Jesus demonstrado.
