Neste versículo há uma afirmação contundente. O apóstolo o inicia com uma declaração de convicção, afirmando: “sabemos”. Ele não disse: esperamos, mas é bem contundente: “sabemos”… Escute a ministração completa, escrita pelo Rev. Pinho Borges, em vídeo/áudio, e/ou leia o texto no Portal Idosonews.com
Paulo, José do Egito e nós
Queridos. Em Romanos capítulo 8, verso 28, lemos: Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.
Neste versículo há uma afirmação contundente. O apóstolo o inicia com uma declaração de convicção, afirmando: “sabemos”. Ele não disse: esperamos, mas é bem contundente: “sabemos”.
Segundo os estudiosos da língua grega a palavra que é traduzida por saber, vem da área da matemática. Com o sentido de exato, total, sem dúvida.
É uma linguagem de certeza vivencial de Paulo, por convicção, A afirmação de Paulo é bem pessoal. Ele conheceu Deus, a caminho de Damasco de forma espetacular, ao ponto de sofrer perseguição após esse encontro com Deus; ele que perseguia os cristãos, agora passou a ser perseguido pelo seus ex-financiadores.
Por amor a Cristo, Paulo sofreu, foi preso, enfrentou fome, naufrágio, abandono, ingratidão, mas não recuou.
Em tamanha fé afirmou: “sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus”.
Paulo, fez questão de carregar em seu corpo as marcas de Jesus, e ao chegar ao final da vida, cumpriu a carreira que Deus lhe deu, sem queixumes, sem mágoas no coração, ciente que todos os combates pelos quais passou, haviam cooperados para o seu bem, e progresso do evangelho. Foi capaz de dizer: “sei em quem tenho crido”, com serena convicção.
Por saber em quem cria, Paulo nos transmite essa certeza: Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus.
Enxergamos nesta afirmação que é possível transformar as tragédias, as tempestades e o caos que nos rodeiam em instrumentos divinos para sermos testemunhas vivas do poder de Deus, na vida daqueles que o amam e crê nas suas promessas.
O Velho Testamento registra a história de José do Egito. O quanto foi injustiçado por seus irmãos invejosos, chegando ao ponto de vende-lo como escravo.
Lá no Egito, a mulher de seu amo o acusou e terminou preso.
Seu companheiro de cela, o copeiro-mor do Faraó, não intercedeu por ele.
Foram anos e anos de sofrimento, mas José sabia que um dia Deus haveria de intervir em sua vida, e em momento algum perdeu a confiança em Deus.
Queridos.
Estamos vivendo um momento de muita injustiça, e assim como José devemos manter a nossa fidelidade para com Deus. Assim como Ele, tirou José da sombria prisão no Egito, e o colocou no trono do Egito, Ele é poderoso para nos tirar da sombra opressora dos poderes mundanos.
Como José devemos saber que as maldades direcionadas contra nós não prosperam porque Deus torna o mal em bem.
Quando os irmãos de José foram compra alimento no Egito, José os reconheceu. E depois de identificados ficaram com medo de vingança.
Conta que quando Albert Einstein estava visitando os Estados Unidos com sua esposa, os jornalistas perguntaram a ela: se ela entendia a Teoria da Relatividade.
Ela respondeu: “Não compreendo essa teoria, mas compreendo o meu marido”.
José do Egito e Paulo, talvez não tenham compreendido, em determinados momentos, o que Deus estava fazendo em suas vidas, mas no final foram vitoriosos.
As vezes também não compreendemos que Deus está preparando para nós as mesmas vitórias, dados a eles.
Áudio ministração do reverendo Pinho Borges
