Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Brasil há atualmente aproximadamente 31 milhões de pessoas com mais de 60 anos, isso significa 15% da população brasileira.
E uma das maiores problemáticas é o quesito habitação. Dependendo no nível socioeconômico da família, a pessoa idosa poderá ou ter tranquilidade e segurança, e assim desfrutar de certo bem-estar.
E, o que fazer quanto, a habitação quando se tem uma pessoa idosa na família? Não importa se é o pai, a mãe, a avó ou o avô ou qualquer parente quanto aas condições de habitabilidade não oferece condições, a família recorre a uma Instituição de Longa Permanência para Idoso (ILPI).
Essa decisão bastante significativa, mas por si só, não é suficiente, pois é apenas a ponta do iceberg social quanto a política pública para a pessoa idosa; pois nem sempre o lugar escolhido oferece tranquilidade e segurança.
No Brasil, há aproximadamente cerca de 1500 ILPIs de várias categorias, por isso na hora de escolher é bom fazer uma acurada pesquisa, pois sabemos que nem todas oferecem o mínimo de condições para abrigamento.
É importante respeitar a vontade da pessoa idosa quando se tratar de abrigamento; é importante que a vontade do paciente seja ouvida pela família, e parentes. Porque há ruptura social e tradicional no momento de mudança de habitabilidade, a pessoa sai do convívio familiar para um convívio coletivo estranho e desconhecido.
Muitos internos dizem: “aqui é muito bom, mas preferiria a minha casa”. Isso é um pedido de socorro que precisa ser ouvido, por todos nós.
