MINHA OPINIÃO – Hoje vamos refletir sobre notícia midiática a respeito do veto presidencial ao projeto que proíbe construções hostis em espaços públicos. Já abordamos nesta coluna que os gestores públicos para impedir que moradores de rua utilizassem os espaços públicos vazios, como moradias
Então começaram a desnivelar as áreas, com blocos de pedras, a fim de impedirem a proliferação de moradores de ruas embaixo de viadutos, pontes, ou outras obras de artes nas cidades.
Olhando do ponto de vista social vetar algo dessa natureza é desumano, pois aqueles que buscam esses espaços, certamente não tem para onde irem, mas é preciso entender que há uma legislação que cuida desse assunto nas municipalidades, que deve ser cumprida e aplicada.
Na Minha Opinião, o estranho é que a proposta do Projeto Lei 488/21, que tramita no Senado é liberar os espaços público livres para serem ocupados por moradores de ruas, sem teto, entre outros. Ao invés de tratar essa situação com seriedade.
Os senhores políticos deveriam lutar por moradias dignas para esses necessitados de tetos, e não simplesmente deixá-los entregues as baratas.
Os senhores políticos deviam murchar o peito e saírem em defesa, não dos moradores de ruas, mas de toda uma gama de pessoas que vivem abaixo da linha de miséria. Criar lei para permitir que se more debaixo de viadutos, não dá dignidade para ninguém. Que dignidade tem um morador de rua, morando debaixo de viaduto?
Somos sensíveis as carências destes seres humanos que não tem onde dormir, onde fazer sua necessidade básica, e que sem assistência governamental vão viver ao “pé da ponte”. Isso não é justo.
Se o veto presidencial é ruim, pior é o ignorar dos legisladores para a situação dessas pessoas de ruas. è fácil colocar o Bloco na rua porque o pobre miseravel se contenta com qualquer coisa.
O veto vai ser apreciado pelo Congresso, espero que lá os parlamentares olhem com mais carinho, para a população de rua, e ao invés de oferecer o relento, ofereçam moradias dignas, a esse povo tão sofrido.
Ao vetar, o presidente argumentou que a lei pode “ocasionar uma interferência na função de planejamento e governança local da política urbana”.
O projeto foi aprovado no Senado, na Câmara dos Deputados e foi para sansão presidencial, onde foi vetado, agora segue para o Congresso.
Na Minha Opinião, o adágio, “é melhor engolir do que cuspir”, não faz sentido neste caso. Essa população de rua não merece construções hostis, nem o pé da ponte, mas moradias com dignidade.
Informações da Agência Brasil/ Fonte: Agência Câmara de Notícias
