Ao Tempo, um Canto de Renovação

No palco da vida, o tempo desfila,
Caminhamos, mãos dadas, pela trilha.
Envelhecemos, mas não se apaga a luz,
Nos olhos que refletem o tempo que conduz.

Na jornada das estações que passam,
Cada ruga conta histórias que abraçam.
O envelhecimento, qual livro a se abrir,
Guarda em suas páginas o viver a florir.

No espelho, marcas dos anos se entrelaçam,
Mas na alma, sonhos persistem, não se esvaem.
Pois o coração não envelhece, ele dança,
Ao ritmo suave da esperança.

Oh, tempo sábio, que nos ensina,
A arte de aceitar e de se reinventar.
A maturidade não é fim, mas início,
De novos sonhos a florescer no infinito.

Sonhamos com asas que nos renovem,
Nos levem a voos que o tempo comove.
No crepúsculo da vida, uma aurora se ergue,
E o coração, em seu pulsar, renova e surge.

Envelhecer é descobrir que o ser,
É eterno aprendiz, a renascer.
Que os sonhos são luzes que nunca se apagam,
No palco da existência, a esperança se alinham.

Que as estações da vida, em seu ciclo girar,
Sejam sempre oportunidades de recomeçar.
Pois no envelhecer, encontramos a poesia,
Dos sonhos que, como estrelas, guiam nossa via.

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