Adubação

Adubação. Antes de realizar a adubação é recomendável verificar, por meio de análise química do solo, se é necessário fazer correção de acidez (com calcário) e se está faltando ou há excesso de algum nutriente.

A nutrição adequada das plantas não depende somente do adubo que usamos. A prática de apenas adubarmos as plantas nos berços ou canteiros não é suficiente.

O correto é deixar o solo vivo em toda a horta. Para conseguirmos um solo com essas características, devemos mantê-lo sempre coberto e espalhar o adubo na área toda para ativarmos os microrganismos nele presentes, e que necessitam de cobertura, umidade e matéria orgânica. Esses microrganismos vão disponibilizar os nutrientes do solo que as plantas necessitam.

Por isso, em solos descobertos, expostos ao sol, limpos e capinados, o uso de adubos nos berços, na maioria das vezes, não é capaz de suprir a necessidade das plantas. Por esse solo estar em desequilíbrio (sem microrganismos ativos e sem palhada), pode ser mais suscetível ao aparecimento de insetos-praga e doenças nas plantas.

Vale lembrar ainda que o uso excessivo de esterco torna o solo muito pesado e compactado. Isso é bastante visível quando utiliza-se adubo de aves ou cama de aviário em excesso. O resultado é uma terra com muitos torrões que, mesmo molhados, não desmancham.

O melhor adubo para nossa horta é o composto, que é a mistura de restos de culturas, alimentos e estercos fermentados. Podemos dizer que um solo é vivo quando está solto, leve e fofo, com coloração escura e cheiro de terra de mato.

FONTE: file:///F:/001..EDI%C3%87%C3%83O/TEXTOS/Plantar%20e%20colher.pdf

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