“A fome do trabalhador o faz trabalhar, porque a sua boca a isso o incita”. Prov. 16,26.
O Brasil criou tantos privilégios e proteções para os menores de 18 anos que hoje não sabe mais lidar com os valores afetivos e familiares. Os pais perderam o controle sobre os filhos e o princípio de ‘autoridade’ foi substituído pela ‘igualdade’ produzindo uma anomia familiar e social.
Hoje as autoridades estão preocupadas com a violência socio-familiar motivada pela inatividade e por apresentações consideradas libertárias, por isso os pais ou responsáveis precisam orientar os filhos quanto a necessidade do trabalho e respeito social.
No passado não tão distante os adolescentes e jovens eram iniciados no trabalho, sem produzir nenhum mal social a eles; aprendiam a ter responsabilidade social hoje sem ter que apanhar da polícia manhã.
Mesmo antes do pecado o trabalho fez parte do plano de Deus para a formação e o crescimento do homem. O trabalho sempre foi bênção, antes e depois do pecado.
Apesar de provocar algum cansaço e/ou fadiga, mas isso não é motivo para inatividade ou irresponsabilidade. A fome é o elemento motivador para o trabalho, por isso precisamos trabalhar.
Com certeza não teríamos as preocupações com a inatividade se dedicássemos mais tempo para os estudos e/ou trabalho, mesmo de maneira aprendiz.
Se os pais são chamados a responsabilidade quanto aos filhos, o Estado político deve ser punido por não cuidar daqueles que continuam sendo a esperança do país. O Brasil precisa de mais pontos de emprego e menos corrução.
Quem disse que inatividade é terapia? Nunca esqueça: “A fome do trabalhador o faz trabalhar, porque a sua boca a isso o incita.”
