Reflexão.

Carrousel, Reflexão

Sal. 82,4…SOCORRA O FRACO
Socorrei o fraco e o necessitado; tirai-os das mãos dos ímpios.
Aquela tarde de chuva marcou a minha vida. Era inverno aqui em Pernambuco. O carro quase levado pela correnteza enganchou no canavial e estava cheio de água. De repente Deus enviou alguém para me socorrer. Um veículo que estava a frente notou o drama e voltou ao local. Era um jipe de uma usina. O motorista foi gentil. Rebocou o meu carro até um posto de gasolina. Ao despedir-me, agradeci: “Muito obrigado. Não imagina o bem que me fez.”
“Bem a você? Nada”, respondeu ele. “Você não imagina o bem que isso fez a mim mesmo.”
Nunca esqueci aquelas palavras. E hoje, ao comentar este provérbio, a primeira coisa que veio à minha mente foi a lembrança daquele desconhecido e sua estranha maneira de ver a vida.
Cada vez que você ajuda alguém, a primeira pessoa a ser beneficiada é você mesma. Qualquer tempo, aparentemente perdido fazendo o bem, é tempo ganho.
Quando Deus diz: “Socorrei o fraco e o necessitado”, não está colocando diante de nós uma norma de bom comportamento. Está mostrando uma maneira de ser feliz. Fazer o bem traz paz ao coração. Muitos psicanalistas levam as pessoas a pensarem menos em si mesmas e mais em ajudar o próximo, como um meio de acalmar a ansiedade.
Atos de crueldade só trazem tormento ao coração. Angústia, desespero, vazio, e solidão são sintomas de que algo está errado no interior do ser humano.
Jesus deseja acalmar a ansiedade. Um dos instrumentos para isso é o próprio ato de bondade de Seus filhos. Esse é o caminho para conduzi-los a dimensões da vida que não conheceriam de outro modo.
Abra hoje o coração a Jesus. Permita que Ele habite em você. Saia para cumprir seus compromissos. Tenha certeza de que Jesus está no controle dos seus sentimentos, pensamentos e atos. Vá com os olhos dispostos a enxergar a necessidade alheia. Isso diminuirá a tristeza e a ansiedade. Ao longo do dia, lembre-se da advertência divina: “Socorrei o fraco e o necessitado; tirai-os das mãos dos ímpios.”
Rev. Pinho Borges (07.10.2008)

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