Jesus. O Deus eterno

Queridos. A palavra se fez carne e habitou entre os homens, pois aquilo que era só um conceito, uma ideia, o Messias se materializou, tomou a forma humana…

Jesus como Deus que sempre existiu. Segundo João 17, verso 5. “e, agora, glorifica-me, ó Pai, contigo mesmo, com a glória que eu tive junto de ti, antes que houvesse mundo.

Queridos. A palavra se fez carne e habitou entre os homens, pois aquilo que era só um conceito, uma ideia, o Messias se materializou, tomou a forma humana.

A temática que aborda Jesus como o Deus que sempre existiu é profundamente intrigante e carrega consigo um significado transcendental. No livro de João, no capítulo 17, verso 5, somos levados a refletirmos sobre a natureza eterna de Jesus, e sua encarnação como a encarnação do Verbo divino. Neste contexto, a passagem nos convida a considerar a relação entre a divindade de Jesus, e sua manifestação na forma humana.

O versículo mencionado, “Agora, pois, glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse”, revela o profundo entendimento que Jesus tinha de sua própria origem e natureza. Ele expressa a comunhão eterna entre ele e o Pai, indicando que sua existência não teve início no momento de sua encarnação, mas que ele compartilhou uma relação íntima com Deus desde antes da criação do mundo.

A conceito do Verbo se tornando carne e habitando entre os homens é uma representação impressionante da divindade se tornando tangível, compreensível e acessível aos seres humanos. Aquilo que era anteriormente um conceito abstrato e transcendental, a própria Palavra de Deus, tomou forma humana para que pudesse se relacionar diretamente com a humanidade. Essa encarnação não apenas mostrou a proximidade de Deus com a humanidade, mas também demonstrou sua compaixão, amor e desejo de redenção.

A encarnação de Jesus nos convida a contemplar a natureza paradoxal da divindade: um Deus onipotente que se rebaixou à forma humana, compartilhando nossas alegrias e dores. Isso nos leva a refletir sobre a infinitude da sabedoria divina ao buscar maneiras de nos conectar e nos resgatar, mesmo que isso signifique assumir uma forma limitada e sujeita às vicissitudes humanas.

Ao considerarmos a realidade de que Jesus existia como Deus desde antes da criação do mundo, somos desafiados a ampliar nossa compreensão do tempo e da eternidade. Sua presença eterna transcende nossa própria experiência temporal, lembrando-nos de que Deus está além dos limites que normalmente atribuímos ao tempo e espaço.

Assim, a reflexão sobre a natureza divina de Jesus nos convida a maravilhar-nos com o mistério da encarnação, a reconhecer a profundidade do amor de Deus pela humanidade e a abraçar a esperança de uma conexão mais profunda com o divino. A história de Jesus nos recorda que, mesmo na materialização de um conceito divino em forma humana, a natureza de Deus permanece infinitamente maior do que podemos compreender, e seu amor transcende todas as fronteiras do tempo e da existência.

No princípio era o Verbo, o Verbo está com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez.” João 1, 1 a 3.

Áudio ministração do Reverendo Pinho Borges

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