Pilatos havia tentado passar a Herodes a responsabilidade de condenar Jesus à morte, mas não foi bem-sucedido. Agora, tentava outro plano para fugir da responsabilidade. Ele tinha um prisioneiro chamado Barrabás…
O Que Você Fará com Jesus? Quereis, pois, que eu vos solte o rei dos judeus? Então, gritaram todos, novamente: Não Este, mas Barrabás! Ora, Barrabás era salteador. João 18 versos 39 e 40.
Queridos. Pilatos havia tentado passar a Herodes a responsabilidade de condenar Jesus à morte, mas não foi bem-sucedido. Agora, tentava outro plano para fugir da responsabilidade. Ele tinha um prisioneiro chamado Barrabás, um bandido culpado de homicídio. Segundo o costume daquele tempo, Pilatos podia libertar durante a Páscoa alguém que estivesse na prisão. Mandou buscar Barrabás e perguntou: “Quem quereis que vos solte: Barrabás ou Jesus?”
Pareceu-lhe que Jesus, sangrando depois de açoitado pelo terrível chicote romano e portando na cabeça uma coroa de espinhos, certamente despertaria a piedade da multidão. Barrabás tinha a aparência da pessoa má que era mesmo. Certamente, pensou Pilatos, eles vão escolher Jesus. “Não, não!” gritaram, “entrega-nos Barrabás, Barrabás. Queremos que ele seja solto.”
Pilatos não sabia o que fazer com Cristo. “Que farei, então, de Jesus, chamado Cristo?” Mat. 27, verso 22. O oficial romano teve de decidir, mas não sabia que rumo tomar. E todos nós devemos decidir o que fazer com Jesus. Ou nós O recebemos como Aquele que morreu em nosso favor, ou O pregamos à cruz.
“Seja crucificado!” rugiu a turba. “Seja crucificado”, foi o eco pelas ruas da cidade naquele dia. Pilatos era fraco demais para enfrentar a exigência da turba e, lavando as mãos diante deles, declarou: “Estou inocente do sangue deste justo.” Verso 24. Cristo não era culpado, mas assim mesmo o oficial romano O entregou para a execução.
Queridos. Nem todas as águas dos oceanos poderiam lavar as sangrentas mãos de Pilatos. Nem tampouco pode limpar o sangue de nossas mãos. Sendo que Jesus morreu pelos pecadores que o levou a morte. Seus pecados estavam lá, assim como os meus. Portanto. Todos devemos responder: Que faremos, então, de Jesus, chamado Cristo?
Texto ministração: Rev. Pinho Borges
