15 de junho. Nada a comemorar, mas…

A coluna Minha Opinião de hoje vai tratar da violência, e o 15 de junho.
Queridos.
Diante da diversidade da violência praticada contra a pessoa idosa surge um questionamento.
Como combater a violência contra a pessoa idosa?
A maior e melhor ação para combater a violência contra a pessoa idosa, é lhe devolver a cidadania que lhe foi tirada sorrateiramente.
Na conjuntura atual as ações concretas, para combater todo tipo de violência não passam por meros textos, que por sinal são bem elaborados, mas difícil de ser posto em prática.
A criação do Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa, que acontece no dia 15 de junho, é uma forma de conscientização social, mas a violência deve ser combatida todos os dias; a conscientização é necessária, e importante.
Em vários casos a cidadania da pessoa idosa foi usurpada por “lobos” travestidos de “ovelhas”. A usurpação se apresenta travestida de “benefício” como, por exemplo, a não obrigação de votar nas eleições legislativas.
Num país onde o voto é obrigatório, fazer a concessão de não participar do processo eleitoral, a um contingente de aproximadamente 30 milhões de votos. É bastante significativo no resultado, desse “pseudobenefício”. é um presente de grego, tal qual o famoso Cavalo de Tróia.
A conscientização que o idoso deve votar é um caminho para dar visibilidade, ao seguimento populacional que já ultrapassou a marca dos 60 anos; o idoso deve lutar pela aposentadoria, mas nunca para aposentar o Título de Eleitor , ou melhor, o voto, pois ele é um instrumento de pressão política.
Hoje mais do que nunca as pessoas idosas, e os pré idosos, aqueles que tem menos que 60 anos, precisam dizer não a todo e qualquer ato de violência. Não vejo muita coisa a comemorar, mas estamos juntos.
Áudio texto do livro Envelhecimento diga não a violência, de autoria do reverendo Pinho Borges.

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