Tenho sede! O grito que ecoa da cruz até o coração …

Tenho sede!  O grito que ecoa da cruz até o coração humano.  “Depois disso, sabendo Jesus que tudo já estava consumado, para se cumprir a Escritura, disse: Tenho sede!” (João 19, verso 28).

Queridos. Na minha opinião, poucas palavras ditas por Jesus são tão curtas e, ao mesmo tempo, tão profundas quanto essa. “Tenho sede!” Não é apenas um pedido físico de quem agoniza na cruz. É um clamor que atravessa os séculos. Enquanto o corpo de Jesus se desidratava, o coração do Salvador ardia por algo maior: almas que ainda precisavam ser alcançadas pelo Seu amor.

A sede física revela a realidade do sacrifício.Jesus não sofreu simbolicamente; Ele sofreu de verdade. A sede confirma Sua humanidade plena. Na minha opinião, isso nos lembra que a salvação não foi barata. O Filho de Deus sentiu dor, fraqueza e abandono para que ninguém pudesse dizer que Ele não entende o sofrimento humano.

Como alguém que atravessa o deserto sob o sol escaldante, Jesus chega ao limite do corpo. Assim também muitos idosos, doentes ou cansados da vida sentem na pele o peso do tempo. Cristo conhece essa dor, porque Ele mesmo a experimentou.

A sede espiritual revela o desejo de salvar.Os estudiosos afirmam que essa sede vai além do corpo. É a sede de redenção, de reconciliação, de corações transformados. Na minha opinião, Jesus tinha sede de ver vidas restauradas, famílias curadas e pecadores reencontrando o caminho de Deus.

Imagine um pai que espera o filho voltar para casa. Ele não tem sede de água, mas de reencontro. Assim é Cristo: sedento por cada pessoa que ainda está distante do amor do Pai.

A resposta humana à sede de Cristo.Deram a Jesus vinagre. Um gesto frio, insuficiente, quase irônico. Na minha opinião, isso simboliza como o mundo muitas vezes responde ao amor divino: com indiferença, desprezo ou migalhas de compromisso.

Quantos oferecem a Deus apenas sobras de tempo, fé superficial ou palavras vazias? Enquanto isso, Cristo continua dizendo: “Tenho sede”.

Queridos. A sede de Jesus continua ecoando hoje. Não é sede de água, mas de entrega, arrependimento e amor sincero. A cruz nos confronta: como estamos respondendo ao clamor do Salvador? Que possamos ser aqueles que, em vez de vinagre, ofereçam vidas rendidas, corações disponíveis e compromisso verdadeiro. Porque a sede de Cristo só é saciada quando alguém decide viver para a glória de Deus. Amém.

Ministração Rev. Pinho Borges / Locução Fábio Virtual.
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