Os dados recentes sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) revelam uma realidade que vai além da infância e alcança também a velhice, fase ainda pouco considerada quando se trata desse tema. Muitos idosos de hoje cresceram em uma época em que o autismo era pouco conhecido, e, por isso, é possível que muitos tenham vivido toda a vida sem diagnóstico, enfrentando dificuldades de interação, comunicação e adaptação, frequentemente incompreendidos até mesmo pela própria família.
Na velhice, os desafios podem se intensificar. Mudanças na rotina, perdas e o isolamento social podem afetar ainda mais o idoso com características do espectro. Além disso, profissionais de saúde nem sempre reconhecem o TEA nessa faixa etária, o que pode resultar em diagnósticos incorretos e cuidados inadequados.
Esse cenário exige um novo olhar. É fundamental que famílias, igrejas e instituições estejam preparadas para acolher essas pessoas com respeito e sensibilidade. Compreender o autismo na velhice é valorizar a história de quem enfrentou desafios silenciosos ao longo da vida.
Reconhecer essa realidade é promover dignidade, inclusão e cuidado. Afinal, todo idoso merece ser compreendido, respeitado e amado em sua singularidade.
Matéria: Núcleo de Produção da Repapi para o Portal Idosonews.com / Fonte: Internet/Assessoria de reportagem SNPI / Imagens IA: Arquivo da Repapi. Não esqueça de se inscrever no Canal Pinho Borges no YOUTUBE, e acompanhe diariamente inspiradoras reflexões.
