Perder o foco da missão…


A frase do Rev. Pinho Borges é profundamente bíblica, provocativa e pastoral, e toca em um risco real da vida da Igreja contemporânea: “Ao perder o foco da Missão a igreja prefere declarar que o mundo está posto nas mãos do maligno. Esquecendo-se da ação redentora de Cristo.”

A advertência central da frase é clara: quando a Igreja se afasta da sua missão, ela passa a usar a teologia como desculpa para a omissão. Declarar que “o mundo jaz no maligno” (1Jo 5.19) é bíblico, mas isolado da totalidade do Evangelho torna-se uma afirmação incompleta e perigosa. A Escritura também afirma que Cristo venceu o mundo (Jo 16.33) e que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo (2Co 5.19).

O problema apontado pelo Rev. Pinho Borges não é reconhecer a realidade do mal, mas usar essa realidade como justificativa para não agir. Quando a Igreja perde o foco da missão, ela deixa de anunciar, de servir, de amar e de transformar, substituindo a obediência pelo discurso defensivo e pessimista.

A missão da Igreja não é comentar o estado do mundo à distância, mas encarnar a redenção no meio dele. Onde há trevas, a Igreja é chamada a ser luz; onde há morte, a anunciar vida; onde há pecado, a proclamar graça e arrependimento. Esquecer a ação redentora de Cristo é esquecer o coração do Evangelho.

Essa frase nos confronta: Estamos anunciando apenas diagnósticos sobre o mundo ou oferecendo a cura em Cristo? Estamos descrevendo o problema ou vivendo a missão?

Em síntese, o Rev. Pinho Borges nos lembra que a Igreja existe não para lamentar o domínio do mal, mas para testemunhar o senhorio de Cristo, que continua salvando, restaurando e transformando vidas.
Uma frase curta, mas um chamado urgente à fidelidade missionária.

Matéria: Núcleo de Produção da Repapi para o Portal Idosonews.com / Fonte: Internet/Assessoria de reportagem SNPI / Imagens IA: Arquivo da Repapi / Não esqueça de se inscrever no Canal Pinho Borges no YOUTUBE, e acompanhe diariamente inspiradoras reflexões.


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