O Divino Sexo no Casamento. Um Presente de Deus

“Portanto deixará o homem a seu pai e a sua mãe e se unirá à sua mulher, e serão os dois uma só carne.” (Gênesis 2, verso 24). “Goza a vida com a mulher que amas, todos os dias da tua vida fugaz.” (Eclesiastes 9, verso 9)

Queridos. Sexo não é pecado. Essa verdade, muitas vezes abafada por tabus e heranças culturais distorcidas, precisa ser reafirmada à luz da Bíblia. O sexo foi criado por Deus. Não é produto do pecado, nem invenção humana. É uma dádiva sagrada, com propósito, prazer e pureza, desde que desfrutada conforme o plano divino, no contexto do casamento.

O sexo é um Ato Sagrado e Planejado por Deus. Quando Deus criou Adão e Eva, os uniu em aliança, estabelecendo o casamento como o espaço legítimo para o amor conjugal e a expressão sexual. O mandamento de se tornarem “uma só carne” não fala apenas de união física, mas também emocional, psicológica e espiritual.

O ato sexual, quando vivido na aliança matrimonial, é uma forma profunda de “conhecer” o outro, como lemos em Gênesis, “E conheceu Adão a Eva, sua mulher, e ela concebeu.” Conhecer aqui não é meramente carnal é entrega, é intimidade integral, é compromisso.

Deus não criou o sexo apenas para procriação. Ele também o fez para prazer e comunhão. A Bíblia afirma em Eclesiastes, “Goza a vida com a mulher que amas…”

O prazer no casamento é uma bênção, não uma culpa. A sexualidade bem vivida fortalece os laços do casal, aprofunda a intimidade e celebra a aliança firmada diante de Deus.

Muitos têm sido ensinados erroneamente que o sexo é impuro, herança de ideias dualistas que associam o corpo ao mal. O mito de que o “pecado original” foi o sexo ainda ronda a mente de muitos, mas isso não é bíblico. O pecado foi a desobediência, e a ordem para multiplicar-se foi dada antes da Queda

O Sexo é a Expressão de Amor e Responsabilidade. No casamento, o sexo é também expressão de compromisso. Em 1ª Coríntios 7, Paulo nos lembra que o corpo do marido pertence à esposa, e vice-versa. Não como posse egoísta, mas como doação amorosa. O amor verdadeiro, como descrito em 1ª Coríntios 13, é paciente, bondoso, respeitoso e comprometido. Ele se dá, não se impõe.

O Sexo como Comunhão Espiritual.Em 1ª Coríntios 6.16-17, Paulo fala sobre a união física como algo que une duas pessoas em “uma só carne”. Isso é espiritual. O ato conjugal é mais do que físico; é uma linguagem de comunhão. Por isso, deve ser vivido com reverência, cuidado e santidade.

Exemplo Bíblico, Cântico dos Cânticos.  O livro de Cantares é talvez o mais poético testemunho do prazer sexual aprovado por Deus. Ali, vemos o desejo, a atração, o corpo sendo celebrado, tudo dentro de uma relação de amor mútuo e respeito. O amor ali descrito é apaixonado, terno e abençoado.

O Sexo com Propósito e Santidade.Como cristãos, devemos rejeitar tanto o puritanismo repressivo quanto a libertinagem moderna. O caminho bíblico é o da celebração com santidade. O sexo, no casamento, é expressão do amor criativo de Deus, e deve ser preservado como tal.

Portanto. Promover esse entendimento fortalece famílias, cura feridas e protege a Igreja contra os ataques do mundanismo. Quando vivemos a sexualidade conforme os preceitos divinos, mostramos ao mundo que há um caminho mais excelente, que glorifica a Deus e honra o próximo. Amém

Ministração Rev. Pinho Borges / Locução Fábio Virtual / Acompanhe diariamente no youtube, as inspiradoras reflexões do Rev. Pinho Borges, no Canal Pinho Borges.

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