Malaquias 3:10,12 – Queridos. “Por que devo ser dizimista?” Essa pergunta surge muitas vezes carregada de dúvidas, medos. ou até expectativas erradas. Alguns pensam no dízimo como uma troca com Deus, ou um meio de obter vantagens materiais.
Contudo, a Palavra nos mostra que dizimar não é barganha nem negociação; é uma expressão de fé, obediência e maturidade espiritual. Em Malaquias, Deus convida o povo a confiar Nele, não para enriquecer o céu, mas para libertar o coração humano.
Primeiro. O dízimo combate o egoísmo do coração.O egoísmo é uma das raízes mais profundas do pecado. Quando o cristão dízima de forma regular, e consciente, aprende a negar a si mesmo, e a reconhece que nem tudo gira em torno de suas vontades. Assim como uma criança aprende a compartilhar para amadurecer, o cristão cresce quando aprende a devolver. O dízimo nos tira do centro e coloca Deus no lugar certo. Esse ato simples transforma-se em bênção porque molda o caráter e promove crescimento espiritual.
Segundo. O dízimo nos torna cooperadores na obra de Deus.O plano do dízimo é simples e acessível a todos. Não exige conhecimento avançado, apenas fé e disposição. Deus permite que pessoas comuns participem de algo eterno: a salvação de vidas. É como uma construção feita por muitas mãos. Um coloca o tijolo, outro prepara o cimento, e a obra avança. Assim, cada dízimo entregue sustenta a missão, o ensino da Palavra, e o cuidado espiritual do povo de Deus.
Terceiro. O dízimo organiza as prioridades da vida. Dizimar é declarar, na prática, que Deus vem em primeiro lugar. Não se devolve a Deus o que sobra, mas o que Lhe pertence desde o início. Quando organizamos um orçamento, aquilo que vem primeiro revela o que mais valorizamos. Da mesma forma, separar o dízimo antes de qualquer gasto é reconhecer que Cristo é Senhor de todas as áreas da vida.
Quarto. O dízimo mantém viva a dependência de Deus.Jacó, ao despertar em Betel, reconheceu que tudo dependia de Deus. Seu voto não foi negociação, mas reconhecimento. Ao prometer o dízimo, ele declarou que Deus era o dono e provedor de tudo. Quem segura tudo com mãos fechadas vive ansioso; quem entrega com mãos abertas vive confiante. O dízimo nos lembra diariamente que dependemos de Deus para viver, trabalhar e prosperar.
Queridos. Dizimar não é obrigação fria, mas resposta amorosa à graça de Deus. Ele revela quem governa nosso coração, alinha nossas prioridades e fortalece nossa fé. Quando Deus é colocado em primeiro lugar, Ele mesmo promete cuidar do restante. O dízimo não empobrece; ele ensina a confiar. Amém.
Ministração Rev. Pinho Borges / Locução Fábio Virtual.
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