Cão que ladra não morde ?

Hoje a coluna MINHA OPINIÃO, com o Rev. Pinho Borges, apresenta a reflexão. “Cão que ladra não morde”.

OHoje a coluna MINHA OPINIÃO, com o Rev. Pinho Borges, apresenta a reflexão. “Cão que ladra não morde”.

Na Minha Opinião a frase: “Cão que ladra não morde, nas há cão que mordem”, mostra que algumas pessoas ameaçam com palavras, mas, na verdade, não fazem nada, por isso não é necessário temê-las. Mas, há cão que mordem.

A frase expandida “Cão que ladra não morde” mostra que algumas pessoas ameaçam com palavras, mas, na verdade, não fazem nada, por isso não é necessário temê-las. Mas há cães que mordem, por isso é preciso uma análise mais abrangente do provérbio popular original, adicionando importante ressalva.

Vejamos alguns os aspectos principais na Minha Opinião.

O primeiro trecho segue o sentido tradicional do ditado, sugerindo que nem sempre é necessário temer aqueles que falam muito ou ameaçam verbalmente, pois suas ações podem não acompanhar as palavras.

A segunda parte (“Mas há cães que mordem”) introduz uma advertência: nem todos os comportamentos ameaçadores são inofensivos, e é prudente não subestimar todas as situações.

Por isso é necessário equilíbrio entre confiança e cautela.

A frase ampliada aponta para a necessidade de avaliar cada situação com cuidado, reconhecendo que nem toda ameaça é vazia. Essa abordagem evita tanto a negligência diante de um perigo real quanto o medo excessivo diante de algo inofensivo.

Enquanto o provérbio original tende a tranquilizar e minimizar o impacto de ameaças, o acréscimo de que “há cães que mordem” coloca a frase em um contexto mais realista. Isso reflete a sabedoria prática de que nem toda situação pode ser resolvida apenas com confiança; é preciso discernimento.

O uso da metáfora do cão para comportamentos humanos permanece forte, mas agora abrange uma diversidade maior de reações. Existem “cães que só latem” e “cães que realmente mordem”, ou seja, pessoas que apenas falam e outras que agem.

Essa frase adaptada é um alerta equilibrado: embora muitas ameaças sejam vazias, algumas são sérias e merecem atenção. Ela sugere prudência, ao enfatizar que não se deve nem ignorar todas as ameaças nem temer excessivamente.

Texto Rev. Pinho Borges/ Matéria produzida pelo Núcleo de Produção da Repapi para o Portal Idosonews.com/ Locução Júlio Virtual  

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