A velhice sombria dos Nem – Nem.

Hoje a coluna MINHA OPINIÃO, com o Rev. Pinho Borges, apresenta a reflexão. A velhice sombria dos Nem – nem.

A pesquisa da Organização Internacional do Trabalho (OIT) revela que uma em cada cinco pessoas da Geração Z pertence ao grupo dos Nem-nem, jovens que não estudam nem trabalham. Esse fenômeno afeta aproximadamente 289 milhões de jovens em todo o mundo. Em 2.005, o percentual de jovens nessa condição era de 24,3%. Embora tenha ocorrido uma leve redução em anos subsequentes, o percentual voltou a crescer, atingindo 24,9% em 2.020.

Diante desse cenário, é possível traçar algumas previsões sobre como poderá ser a velhice dessa geração de “Nem nens”.

O cenário atual revela uma desvinculação significativa entre a juventude e o mercado de trabalho ou educação formal, o que compromete a aquisição de competências essenciais para a empregabilidade. Além disso, o aumento dos trabalhos temporários, informais e mal remunerados contribui para a precarização das relações de trabalho, dificultando a contribuição para sistemas previdenciários e a construção de uma carreira sólida.

Previdência Comprometida. Muitos jovens dessa geração possivelmente chegarão à velhice sem contribuições previdenciárias suficientes.

Quanto as aposentadorias públicas, se ainda existentes, poderão ser insuficientes para garantir uma vida digna.

Desafios na Saúde.  A precarização econômica está frequentemente associada a problemas de saúde mental e física, que tendem a se agravar com o envelhecimento, e a dificuldade de acesso a serviços de saúde de qualidade poderá ser um desafio constante.

Dependência Familiar e Social. Muitos poderão depender do suporte familiar ou de instituições beneficentes, especialmente aqueles que não conseguiram se estabilizar financeiramente.

Possível Exclusão Tecnológica. Embora a Geração Nem-Nem seja considerada nativa digital, a falta de acesso adequado a educação e emprego qualificado pode resultar em exclusão digital progressiva, especialmente diante de novas tecnologias que surgirem.

Vulnerabilidade e Marginalização. Sem preparo financeiro adequado, muitos poderão enfrentar condições de vida precárias, com risco de marginalização social e baixa qualidade de vida.

A notícia mostra um cenário preocupante sobre o futuro da Geração nem nem, especialmente considerando as consequências sociais e econômicas de uma parcela significativa dessa geração pertencer ao grupo dos Nem-nem (jovens que não estudam nem trabalham). Vamos analisar alguns pontos importantes para fazer uma previsão sobre como poderá ser a velhice dessa geração. Essa é a minha opinião.

Texto Rev. Pinho Borges/Matéria produzida pelo Núcleo de Produção da Repapi para o Portal Idosonews.com/  Fonte: Internet.

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