Uma alegria que nasce no meio da simplicidade. Deus escolheu anunciar a chegada do Salvador não aos poderosos, mas a pastores que viviam no anonimato. Isso mostra que a alegria do Natal não depende de posição social nem de riquezas. O verdadeiro motivo da festa não está no banquete, mas em Jesus, que nasceu numa manjedoura. Assim, como um sorriso de uma criança que alegra todo o ambiente, mesmo em uma casa simples, assim a presença de Cristo ilumina qualquer vida.
Uma alegria que vence o medo. A primeira palavra do anjo foi, “Não temais.” Muitas vezes o medo rouba nossa paz, medo da doença, da solidão, da falta de recursos.
O Natal nos lembra que Deus entrou em nossa história para dissipar esses temores. Jesus é a presença que nos dá segurança e esperança. Quando alguém acende uma vela em um quarto escuro o medo diminui, assim também é a presença de Cristo, ela aquece e tranquiliza o coração.
Uma alegria que é para todos. O anúncio não ficou restrito aos pastores. O anjo disse que a boa-nova era para todo o povo. A alegria do Natal não tem fronteiras, é para idosos e jovens, ricos e pobres, homens e mulheres.
Ninguém está excluído do convite de celebrar a chegada do Salvador. Assim como em uma festa de família, em que todos são chamados para a mesa. Assim é o Natal, como filho temos lugar no coração de Deus.
Queridos irmãos, o Natal não é apenas uma lembrança de um fato histórico, mas a certeza de que a alegria de Belém continua viva. Essa alegria não depende das circunstâncias, mas da presença do Salvador em nossas vidas. Mesmo que o corpo esteja cansado, mesmo que as lembranças da saudade pesem, a boa-nova do anjo continua ecoando, “Vos nasceu hoje o Salvador.”
Que possamos viver este Natal com júbilo, esperança e fé, certos de que a alegria de Belém é também a nossa alegria hoje e para sempre. Amém.
Ministração Rev. Pinho Borges / Locução Fábio Virtual.
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