Idosos: autonomia e independência

No dia de 17 de junho de 2021, em Audiência Pública (AP) a Comissão dos Direitos da Pessoa Idosa (CIDOSO) da Câmara dos Deputados que discutiu as questões acessibilidade e prevenção de quedas das pessoas idosas, definiu que “os benefícios da longevidade só valem a pena se houver autonomia e independência”.

E, para que isso aconteça é importante que as pessoas idosas tenham mobilidade.
Segundo dados apresentados mostram que Brasil os idosos já são mais 30 milhões e que a cada ano há um acréscimo de aproximadamente 1 milhão de idosos nesta faixa etária.
Embora a acessibilidade, em tese, esteja presente no Planejamento Urbano, na prática ela não aparece. Enquanto isso não sai do papel, o que presenciamos é o aumento de quedas de pessoas idosas.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a Década do Envelhecimento Saudável (2020/2030).

A Coordenadora de Saúde do Idoso do Ministério da Saúde, Lucélia Nico, informou que “69,2% dos idosos brasileiros praticam atividades físicas em níveis insatisfatórios”, segundo pesquisa realizada em 2018, pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde.

O ortopedista Marcus Vinicius Dias: “O mais importante é evitar que esse idoso caia e se frature. Uma vez fraturado, a gente tem menos a oferecer”, destacando que a prevenção se faz necessária. Na AP foi divulgado que as idosas, com mais de 75 anos, são mais susceptíveis a queda.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

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