Fui moço e agora sou velho,
Testemunha do tempo que passou,
Nas trilhas da vida, no caminho da estrada,
Uma verdade profunda encontrei, oh, sim!
Nunca vi desamparado o justo,
Em meio às agruras que o mundo oferece,
Como uma rocha firme ele se mantém,
Nas tempestades da vida, sua fé floresce.
Nem a sua descendência, a mendigar o pão,
Pois a justiça semeada gera frutos,
Colheitas de dignidade e amor a brotar,
Dos alicerces do respeito e dos tributos.
Na teia do destino, o justo persevera,
Com coragem enfrenta os ventos contrários,
Seu legado é um farol que ilumina a era,
Guiando gerações com princípios extraordinários.
Fui moço e agora sou velho, a jornada é longa,
Mas a lição permanece, um tesouro resplandecente,
Que mesmo no crepúsculo da vida, se alonga,
Mostrando que a justiça é sempre a semente.
Que essa verdade ecoe através dos anos,
Como um eco suave, uma canção eterna,
Fui moço e agora sou velho, mas em todos os planos,
A justiça e a bondade são luzes que governam.
