Um susto, após outro.

Um susto, após outro.

No MINHA OPINIÃO de hoje quero tratar de mais um susto universal.
É que nós terráqueos estamos passando por muitos sustos nestes últimos anos.
Não bastasse a pandemia do Covid-19, que nos assusta a cada momento, agora vem a NASA informar que um asteroide, de aproximadamente, pasmem, um quilômetro de largura irá passar “próximo” da Terra na noite da terça-feira, dezoito de janeiro, por volta das 18 horas, horário de Brasília.

Imagine uma pedra gigantesca de 1 KM, caindo e sua cabeça, parece coisa de ficção, mas é não.
A ciência não mente; não é verdade?
Ela é tão exata, tão exata, que na nossa idiotice somos capazes de aceitar que 2+2 = 5.
Mas, a própria NASA, disse que a “pedrinha” nomeada de 7482 (1994 PC1), deverá passar a quase 2 milhões de quilômetros da minha cabeça.

Isso é muito bom, pois significa que o asteroide passará a uma distância 5 vezes maior que a distância da terra para Lua (384.400 km; x 5 = 1.920.000), numa velocidade que não vou vê-la, pois estará a mais de 76.000 km/h.
Ufa que susto. Ainda não processei a pandemia e já vem a NASA me dando outro susto.

Na Minha Opinião o 7482 (1994 PC1), deveria ir para o Livro dos Recordes, como o asteroide a passar mais próximo da Terra. Acalmem-se outro susto desse tipo só daqui a 200 anos.

Na MINHA OPINIÃO, quem viver verá.

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