Para que você não seja a próxima vítima.

Para que você não seja a próxima vítima.

O Rev. Pinho Borges, Secretário Nacional da pessoa Idosa (SNPI) da Igreja Presbiteriana do Brasil, inicio um movimento para o arquivamento do Projeto Lei, 5383/2019, do deputado João Campos de Araújo, do partido Republicanos que altera a idade para que uma pessoa seja considerada idosa.

O Rev. Pinho Borges, produziu um texto e está divulgando nas redes sociais da Secretaria Nacional, e enviando aos pastores e igrejas para que o referido texto seja enviando para o gabinete do Dep. João Campos, do Republicanos/GO, através do do deputado.
EMAIL – dep.joaocamposdearaujo@camara.leg.br

Também está divulgando um link para as pessoas votarem contra o PL 5383/2019. https://forms.camara.leg.br/ex/enquetes/2223942 e cole o texto nos comentários.

Texto para ser enviado.

Ao Deputado Federal João Campos de Araújo.
Republicanos/Go.

Nos servimos deste para solicitar de Vossa Excelência o arquivamento do Projeto de Lei 5383/19. E aproveitamos para firmar algumas considerações.

  1. Quando o Estatuto do Idoso, determinou 60 anos, para uma pessoa ser considerada idosa, foi com base na Organização Mundial de Saúde, que classifica o envelhecimento a partir de 60 anos, em países em desenvolvimento.
  2. Creio que como país, o Brasil, ainda não alcançou o desenvolvimento nestes últimos anos.
  3. Elevar essa “consideração” para 65 (sessenta e cinco anos), vai excluir milhões de brasileiros e brasileiras, dos parcos benefícios, hoje desfrutados; além de impedir outros milhões, em cinco anos, de terem acesso aos mesmos.
  4. Pense nas pessoas idosas carentes. Que fragilizada pelos anos, precisa cada vez mais de apoio do Estado, pois muitos são abandonados pela família e pela sociedade e só lhe restam estender as mãos ao seu estado de direito.

Por essa razão peço ao senhor, que é pré idoso, que arquive o Projeto de Lei 5383/19, para o benefício de milhões de brasileiros e brasileiras.

Espero o engajamento dos Idosos e pré idosos nesta luta para manter “direitos adquiridos”, que infelizmente pode ser ampliado ou reduzido.

Rev. Pinho Borges

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