O Caminho da Cruz: relatos.

Carrousel, Reflexão

Não houve e nunca haverá uma história da humanidade uma pessoa que em apenas em três anos, entre 30 e 33 anos marcou tanto a vidas dos homens sobre a terra. Nos Seus três últimos anos transformou a vida de muitas pessoas não só do ponto de vista espiritual, mas também material ao ganhar muito dinheiro vendendo o nome de Jesus.

Seu nome é Jesus. Ele é a maior revelação de Deus aos homens.

O significado de seu nome deriva do vocábulo hebreu Yeshua, que significa “Jeová é Salvador”. Seus ensinos provocou a ira dos legalistas e religiosos de sua época.

Deus deu 10 mandamentos a Moisés, os judeus transformaram em 613 e Ele resumiu em apenas dois: Amar a Deus sobre todas as coisas e amar o próximo como a ti mesmo.

Ainda hoje os opositores do Cristianismo não aceitam a Jesus nem os seus seguidores.

Sua vida terrena tornou-se assunto de publicações, debates, e reportagens em todo tipo de mídia pelo mundo.

A Sua divindade, comprovada na ressureição, deixam em turbulência aqueles que tentam denigrir sua história. Por exemplo: o autor do livro Código da Vinci tenta manchar a reputação do Cristo e do Cristianismo, colocando duvidas nas mentes dos cristãos fazendo um contraponto entre o Jesus histórico e o Jesus da fé.

Jesus é o único líder religioso que possui o túmulo vazio. No tumulo emprestado por José de Arimatéia, não existe a frase “Aqui jazz”, mas está escrito “Ele não está mais aqui, Ele Ressuscitou”; a morte não pode segura-lo, embora muitos se opõem à realidade da morte e d ressurreição.

A revelação bíblica nos garante que por mais que o inferno se levante contra o Cristo e os cristãos ele não a vencerá porque a igreja do Senhor Jesus, não tremerá, porque ela está fundamentada naquele venceu a morte.

Neste período de quarentena entre o Carnaval e a Pascoa é bom refletir sobre a ressurreição de Jesus Cristo.

A Bíblia instrumento de nossa fé revela que o Apostolo Paulo pregou a ressurreição do Cristo e que se não acreditamos, vã é a nossa fé.

A morte de Jesus Cristo é relatada por vários autores cristãos e ou não. Escritores cristãos e anticristãos deram o seu depoimento em crônicas ou documentos deixados na história.

Talo, um historiador samaritano do século I, segundo Júlio Africano, registrou a as trevas que mergulhou a terra na hora da crucificação de Jesus dando a entender que ela teria sido um eclipse (Bruce, p 113).

Luciano, o escritor Grego do século II, escreveu sobre um homem que foi crucificado na Palestina porque ter começado uma nova seita na região.

Carta de Mara Bar-Seraption, escrita no ano 73 d.C., e que se encontra no Museu Britânico fala sobre a morte de Jesus Cristo: “Que vantagem tiveram os Judeus em executar seu Rei Sábio?”.

Flegon – Crônicas, citado por Orígenes, 4:455. Escritor romano escreveu: “Quando vivo Jesus, não se defendeu de nenhuma das acusações que recebeu, mas ressuscitou dos mortos, e exibiu marcas do seu castigo, e mostrou como as suas mãos foram furadas pelos cravos”. Ele também relatou sobre trevas no momento da morte de Jesus e registra que foi época do governo de Tibério César.

Policarpo – Discípulo de João, registrou sobre a morte de Jesus.

Inácio – Contemporâneo de Policarpo, se expressou da seguinte dizendo que Jesus: “realmente sofreu e morreu, e ressuscitou”. E ainda escreveu que a morte e a ressurreição são tão verdadeira que levou os apóstolos a sofreram e morrerem pela sua fé.

Justino Mártir – Escrevendo em “Dialogo com Trifão”, registou que os judeus acreditavam que Jesus, um Galileu, que foi crucificado.

Este é o primeiro escrito da série: O Caminho da Cruz.

Você poderá ler outras postagens da série em nossas mídias.

Rev. Pinho Borges.

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