Glaucoma: um ladrão silencioso da visão!

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Com a temática: Glaucoma: um ladrão silencioso da visão! o Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE/BA) aderiu ao Dia Nacional de Combate ao Glaucoma, por intermédio do Serviço de Assistência Social (Seras) e da Gerência de Assistência ao Servidor (Geras).
A campanha integra o programa Saúde e Bem-Estar no TCE e pretende conscientizar os servidores sobre a importância do diagnóstico precoce desta doença, que é considerada “silenciosa”.
O glaucoma é uma doença que provoca a perda progressiva da visão, levando a total cegueira, quando não tratada precocemente. Quando esse nervo óptico é danificado, o cérebro deixa de “traduzir” alguns sinais de forma progressiva, causando danos ao campo de visão. Ela possui várias origens, portanto não existe só um tipo de glaucoma.
Como a doença geralmente não apresenta sintomas, o paciente pode descobrir o problema tardiamente, levando à perda irreversível da visão. Por isso, é aconselhável que pessoas com mais de 40 anos façam exames oftalmológicos periódicos, com a finalidade de detectar sinais prematuros desta doença.

Quais são os tipos de glaucoma?
Existem principalmente quatro tipos de glaucoma, o de ângulo aberto (mais comum), de ângulo fechado, congênito e secundário. Os dois primeiros são mais prevalentes, porém metade dos cegos por glaucoma é de ângulo fechado.

Quem pode ter a doença? A princípio, o glaucoma pode se desenvolver em qualquer pessoa, mas alguns fatores são considerados de risco:
– Pressão intraocular (PIO) anormalmente elevada
– Idade acima de 40 anos (quando mais idoso for o paciente, maior a incidência)
– Histórico de glaucoma na família (se já houver histórico familiar da doença, aumentam as chances de desenvolvê-la)
– Ascendência africana ou asiática
– Diabetes, miopia, uso prolongado de corticoides ou possuir alguma lesão ocular prévia

Então, existe uma pressão normal?
Existe uma distribuição normal na população, porém o mais importante não é apenas medir a pressão, mas avaliar outros fatores que nos auxiliam no diagnóstico da doença. O exame de fundo de olho é fundamental no diagnóstico, pois apenas o aumento da pressão intraocular não diagnostica glaucoma.

Existem outros exames para avaliação da doença?
Sim, existem vários como tomografia de coerência óptica, retinografia, paquimetria e campimetria.
O exame de campo visual é cansativo, mas ele avalia como está o estado funcional do olho, a progressão da lesão glaucomatosa e sua velocidade. Conforme o estado de cada paciente, esse exame é feito com maior ou menor frequência.

Quais as formas de tratar o glaucoma? O fundamento do tratamento baseia-se na diminuição da pressão intraocular. Colírios (a principal forma de tratamento), medicamentos orais, cirurgia a laser, cirurgias convencionais e implantes valvulares ou uma combinação de todos esses métodos

Como se cuidar? O glaucoma não tem cura. É uma doença complexa e não apresenta sintomas no início, sendo considerado um ladrão silencioso da visão, e invariavelmente leva à cegueira quando chega aos estágios finais. O exame anual é a melhor maneira de prevenir a doença. Portanto, não se esqueça de realizar o exame de tonometria e fundo de olho durante a consulta oftalmológica.
FONTE https://tce-ba.jusbrasil.com.br/noticias/582155077/glaucoma-um-ladrao-silencioso-da-visao

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