Envelhecer não é mero acaso

Envelhecer não é mero acaso Na dança lenta do tempo a passar, Cabelos prateados começam a brilhar, Rugas suaves no rosto a se formar, A vida, com calma, seu curso a trilhar. ….

Envelhecer não é mero acaso

Na dança lenta do tempo a passar,
Cabelos prateados começam a brilhar,
Rugas suaves no rosto a se formar,
A vida, com calma, seu curso a trilhar.

Não é mero acaso, nem sorte ao vento,
Mas sim a mão de Deus, em cada momento.
O envelhecer, divino, sagrado ato,
Em cada linha, um capítulo exato.

Cada dia vivido, um presente sutil,
Envolto em cuidados, amor infantil.
A sabedoria brota, como flor no jardim,
Providência divina, início, meio e fim.

A juventude, vibrante, com seu fulgor,
No envelhecer, encontra um novo ardor.
Não é decadência, nem perda ou dor,
Mas a plenitude do divino amor.

Em cada ruga, um riso que se deu,
Em cada fio branco, um sonho que cresceu.
O corpo, templo sagrado, a alma a abrigar,
Na providência de Deus, continua a brilhar.

O envelhecimento, um caminho a se trilhar,
Com fé e esperança, a vida a celebrar.
É a providência divina, sempre a cuidar,
Do nosso existir, até o fim, a nos guiar.


Poema produzindo pelo Núcleo de Poesia da Repapi para o Portal Idosonews.com

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