‘E tu Belém Efrata’ 

Reflexão

‘E tu Belém Efrata’

E tu, Belém Efrata, posto que pequena entre os milhares de Judá, de ti me sairá o que governará em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade. Miquéias 5:2
Já estamos respirando o clima do Natal, e os nossos dias são dias festivos. As luzes já estão acessas e piscando em muitos lugares, para lembra o nascimento de Jesus, em Belém.
É verdade, Ele nasceu num espaço destinado para os animais. O seu berço foi uma manjedoura, ao lado, porque não havia lugar para Ele nas hospedarias da cidade.
Há aproximadamente dois mil anos Jesus nasceu em Belém, mas hoje, Ele quer fazer nascer no seu e no meu coração. “Eis que estou à porta e bato”, diz Ele.
O que faremos? Abriremos a porta ou vamos deixá-Lo de fora, como fizeram os moradores de Belém?
Estive em Belém de Judá, o coração do Cristianismo que a cada ano vai se reduzindo. Os cristãos que vivem Belém minguam a cada ano por conta do êxodo populacional motivado pela escarça possibilidade de sobrevivência. O aumento da população islâmica reduz os espaços dos cristãos. Não conseguem emprego e habitabilidade em sua própria terra por ser cristão, e para complicar Israel não os recebem como trabalhadores por serem palestinos.
Hoje o que permite o transito em Jerusalém e Belém são dólares turísticos que regam a economia da “gruta de Belém”.
Aquele que pode fazer a cidade feliz e segura continua sem lugar nas manjedouras humanas.
Em 2018, Ele estará junto do aflito, do refugiado, do perseguido e pronto para reerguer da queda aquele que experimentar a grandeza do Seu amor. Ele é o Jesus da manjedoura, o amável Amigo e Salvador.

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