Culto e Bíblia: Compromisso com a vida

Em Amós 5, versos de 21 a 24, O Senhor expressa Sua repulsa pelas celebrações e ofertas que, apesar de serem realizadas em Sua honra, não Lhe agradam devido à falta de justiça e retidão por parte do povo.

Culto e Bíblia: Compromisso com a vida

Queridos.

Em Amós 5, versos de 21 a 24, O Senhor expressa Sua repulsa pelas celebrações e ofertas que, apesar de serem realizadas em Sua honra, não Lhe agradam devido à falta de justiça e retidão por parte do povo.

Durante o período litúrgico que abrange a Páscoa e a Ascensão de Jesus, refletimos sobre a ressurreição, as aparições aos discípulos e a ascensão de Cristo. Esses momentos são marcados inicialmente por incertezas e dúvidas, seguidos por alegria com a revelação de Jesus vivo e, por fim, um período de preparação para a promessa do envio do Espírito Santo.

Esta narrativa bíblica nos conduz a uma reflexão sobre como as práticas de adoração e o estudo das Escrituras se relacionam conosco atualmente. A mensagem central é explorar como a adoração e a Bíblia podem se tornar compromissos de vida, buscando entender o significado dessas práticas para nós e como elas se manifestam em nosso dia a dia.

Observamos que, muitas vezes, a adoração e a Bíblia são consideradas sagradas apenas em seu aspecto externo, sem impactar genuinamente a vida das pessoas com mensagens de transformação e crescimento. É crucial que, por meio da ação do Espírito Santo, essas práticas transcendam o ambiente de culto e se integrem à nossa vida cotidiana.

Amós, um profeta do Antigo Testamento, criticou severamente a superficialidade na adoração e a negligência da justiça e da retidão, que deveriam ser essenciais na relação do povo com Deus. Na época de Amós, assim como nos dias atuais, a adoração muitas vezes se tornava um espetáculo de riqueza que negligenciava os princípios divinos de justiça e equidade social.

A verdadeira adoração, conforme destacado por Amós, não se resume a rituais externos, mas deve refletir um compromisso genuíno com a justiça e a retidão no cotidiano. Deus rejeita formas de adoração que não estão alinhadas com esses valores, enfatizando a importância de uma transformação profunda na maneira como vivemos e adoramos.

Ao refletir sobre nossa prática de adoração e estudo bíblico, somos convidados a considerar se essas atividades são meramente rituais ou se verdadeiramente encorajam uma vida alinhada com os ensinamentos de Deus. Como os discípulos que permaneceram em Jerusalém louvando a Deus, somos chamados a viver de maneira que nossa existência cotidiana seja uma forma de adoração.

Em resumo, a mensagem bíblica de Amós nos desafia a repensar nossa abordagem à adoração e ao estudo das Escrituras, incentivando-nos a buscar uma fé que se manifesta através de ações justas e retas no dia a dia. Somente assim, nossa adoração e nosso estudo das Escrituras serão verdadeiramente significativos e agradáveis a Deus.

Ministração Rev. Pinho Borges

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