Copa América nem sim nem não.

Copa América nem sim nem não.

PINHO BORGES – No MINHA OPINIÂO de hoje, resolvi ser comentarista esportivo, mesmo sem entender nada de futebol. Mas como se diz que o Brasil tem 200 milhões de técnicos de futebol, entendo que também há 200 milhões de comentaristas esportivos.

Percebo que no Brasil está sendo regido pela política dos contrários, está parecendo que o país é um continental Parintins, onde só tem dois tipos torcedores; ou torce por Caprichoso ou por Garantido. Mas há uma extrema diferença, entre Parintins e Brasil, lá apesar das rivalidades dos bois há respeito entre os torcedores, e cá os extremos não se respeitam e estão de gatilhos prontos para disparar, pois a visão daltônica não permite ver cores nas opiniões que regem o bom senso. Estamos tão radicais que me lembrou a minha mãe. Um dia ela apontou para um cabo de vassoura e me disse: pega essa barra de ferro. Eu retruquei e disse: isso não é ferro. Logo ela me neutralizou dizendo: Se disse que é ferro, ferro é. Pronto encerrou o “diálogo”.

É assim que estou vendo, as discursões esportivas, políticas e até espirituais sobre a Copa América, edição 2021.
O que sei da Copa América é o que li no dr. Google. A 1ª edição aconteceu em 1910, e que oficializada em 1916, para comemorar os 100 Anos da independência da Argentina. Que o Brasil, participou de 36 edições e sediou a mesma cinco vezes, e que a pátria amada foi campeã 9 vezes. e por 11 vezes ficou com o vice-campeonato.

Por conta da pandemia do Covid-19, a Copa já recebeu vários títulos como Copa da Morte, Copa Genocida, Copa Covid-19, entre outros. Como vem sendo chamada pelo “cientistas”. Na minha opinião de leigo em medicina, pois a única coisa que sei na área é que o ‘mercúrio cromo é verde’. Resolvi dá uns pitacos, sem comprovação cientifica, sobre os principais motivos da tamanha rejeição da Copa América.

Alega-se que a Copa não deve acontecer no Brasil pelo fato da população não está 100% vacinada e que e a aglomerações aumentará a transmissão do vírus. Pergunto-me. Como aglomerar se os estádios não receberão público?

Alega-se que o número de morto pela Covid-19 é alto. Realmente é. Ninguém de bom senso discorda. O momento é crítico com certeza. Pergunto-me por que o Brasil participa das Eliminatórias da Copa da Fifa, dos Campeonatos Sul-Americanos, Libertadores das Américas e Brasileiros? Creio que o risco é concreto para todas as competições.

Alega-se que há uma discussão entre ciência e o negacionismo. Pelo que li os atletas e as delegação, além de vacinados são testados antes das competições obedecendo os protocolos científicos, isto é, não há negação da ciência. Pergunto-me. Se assim procedem antes dos jogos da Eliminatórias da Copa da Fifa, dos Campeonatos Sul-Americanos, Libertadores das Américas e Brasileiros por que não ter o mesmo procedimento na Copa América?
Negacionistas são aqueles que argumentam “vamos deixar para depois”; lembra a frase: “não tenho nada contra, mas voto para que vá ao paredão”.

Confesso que nenhum desses e nem de outros campeonatos, me farão falta, com certeza não ficarei estressado, aconteça ou não a Copa América. Mas, como estamos vivendo o “novo normal” já está na hora de lançar fora a camisa dos contrários e acabar com essa polaridade daltônica. Se vamos esperar para que tudo volte ao “normal”, isto não vai acontecer.

A palavra de ordem é “reinventar”. É essa reinvenção nos leva aos transportes e as estações de embarques lotadas com “comprovação cientifica” midiática.  

Com a Copa América ou não a doença é real e vai continuar matando, como todas as patologias, só que de forma meteórica.
Mesmo com os nossos dias já determinados, como diz a Bíblia, eu tomo todos os cuidados sanitários necessários para evitar a contaminação, pois quero continuar vivendo, porque “se a morte é um descanso preciso viver cansado”.

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