“Começar de novo”

“Começar de novo”

Seja Ele como chuva que desce sobre a campina ceifada, como aguaceiros que regam a terra.  Salmo 72,6 – O homem de sessenta e dois anos olhava para todos com olhos de súplica, como se todos pudessem, com uma palavra, resolver os seus dramas e problemas.
Estava vestido por um terno preto e de camisa branca. Aparentemente, era um executivo vivendo o maior drama de sua vida. Em determinado momento fraseou: “Ah, se pudesse começar tudo de novo”. Depois de contar o drama de seu lar destruído, disse: “De que vale tudo que consegui na vida, se perdi o mais precioso, que é a minha família”.
Começar de novo.” Quantas vezes temos ouvido essa expressão dos lábios de pessoas que passam pelo vale da dor e da angústia.
Na opinião daquele idoso, já era “tarde demais”, seu lar já estava desfeito, não havia maneira de reconstruir o vaso de cristal feito em cacos.
O salmista pensa diferente. Para ele, nunca é “tarde demais”. No verso de hoje, ele apresenta uma “campina ceifada”.
No hebraico é a ideia apropriada é como “uma pastagem que foi tragada”. Isto é, onde o gado passou e comeu tudo não deixando nada. Aparentemente, tudo está acabado. Já não é possível começar de novo.
Mas o salmista afirma: “Seja Ele como chuva que desce sobre a campina ceifada.”
Quem é este “Ele” que o salmista menciona?
Quem é capaz de tirar vida de onde só há morte?
Quem é Este que é capaz de tirar água da rocha, de abrir o Mar Vermelho, de andar sobre a água do mar, de fazer um paralítico andar depois de trinta e oito anos, de ressuscitar um cadáver que estava em estado de decomposição?
Quem é Este que disse um dia: “Se alguém tem sede, venha a Mim e beba”?
Queridos. Quando tudo parece perdido. Quando, do ponto de vista humano, tudo terminou, quando você sente que já é “tarde demais”, olhe para Jesus que estar com os braços abertos, pronto a dar-lhe uma nova oportunidade. Nunca é tarde para quem segura nas mãos maravilhosas de Jesus.
Hoje pode ser um novo dia.
Que Jesus “seja como chuva que desse sobre a campina ceifada, como aguaceiros que regam a terra.”


Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *