A incompatibilidade da acepção

O texto em Tiago 2. Versos de 1 a 13 nos traz uma reflexão profunda sobre a acepção de pessoas, uma prática que vai contra os princípios da fé em Jesus Cristo.

A Incompatibilidade da Acepção de Pessoas com a Fé em Jesus

Queridos. O texto em Tiago 2. Versos de 1 a 13 nos traz uma reflexão profunda sobre a acepção de pessoas, uma prática que vai contra os princípios da fé em Jesus Cristo. Acepção é fazer distinção com base em critérios superficiais como aparência física, status social, etnia ou modo de vestir. Contudo, o Senhor nos lembra que Ele não vê como vê o homem. Enquanto os seres humanos muitas vezes julgam pela aparência exterior, Deus examina os corações.

A acepção de pessoas é mais do que apenas uma preferência; é parcialidade injusta. E o apóstolo Tiago, ao abordar esse tema, nos lembra que essa prática é totalmente incompatível com a fé em Jesus. Por quê? Porque Jesus veio derrubar as barreiras de separação entre as pessoas.

O apóstolo Paulo, em Efésios 2, verso 14, nos fala que Jesus é nossa paz, e Ele derrubou a parede de separação que existia entre os povos. Essa parede não era apenas física, mas simbólica, representando todas as barreiras que os seres humanos criam uns contra os outros. A mensagem é clara: em Cristo, somos unidos como um.

Além disso, em Romanos 10, verso 12, Paulo enfatiza que não há distinção entre judeu e grego. Deus é o Senhor de todos, e Sua graça é abundante para todos que O invocam. Não importa a origem étnica, o status social ou qualquer outra diferença externa, todos têm acesso à salvação através da fé em Jesus.

O apóstolo Paulo, mais uma vez, ressalta em Gálatas 3.verso 28 que, em Cristo, não há judeu nem grego, escravo nem livre, homem nem mulher; todos são um em Cristo Jesus. Essa unidade em Cristo transcende as distinções humanas e nos chama a abandonar qualquer forma de acepção de pessoas.

Concluímos, então, que a acepção de pessoas não tem lugar na fé cristã. É uma atitude que vai contra a mensagem central do Evangelho, que nos convida a amar e aceitar uns aos outros como Cristo nos amou.

Que possamos, como comunidade de fé, refletir essa verdade em nossas ações e relacionamentos, derrubando as barreiras que nos separam e vivendo em unidade, em conformidade com a vontade do nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo.

Queridos. Nos momentos de alegria e celebração, que a graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós, multiplicando vossa felicidade.  Amém.

Ministração Rev. Pinho Borges

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