29.04.2018 – SNTI ministra na IPB de Tejipió

Aconteceu, Carrousel

Neste domingo (29), O Rev Pinho Borges, Secretário Nacional da Terceira Ministrou a Palavra do Senhor no Culto Vespertino da Igreja Presbiteriana de Tejipió, na cidade do Recife/PE que é pastoreada pelo Rev. Gedeão Ferreira.
A ministração da Palavra no texto de 1 Jo 4,7-10 – “Amados. Amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus e todo aquele que ama nasceu de Deus e conhece a Deus. Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor.
A Primeira Carta de João é um escrito destinado às Igrejas joaninas da Ásia Menor, afetadas pelos ensinamentos de certas seitas heréticas que negavam elementos fundamentais da proposta cristã a propósito da encarnação de Cristo e do “mandamento do amor”. Deixavam os cristãos confusos e embaralhados, sem saberem o caminho da verdadeira fé.
João vai apresentar uma espécie de síntese da doutrina cristã, detendo-se especialmente a esclarecer as questões mais polêmicas, como o amor ao próximo.
Os pré-gnósticos afirmavam que o essencial da fé residia na vida de comunhão com Deus negligenciando a realidade do mundo. Achavam que se podia estar na “luz”, estar próximo de Deus, mesmo odiando o próximo (1 Jo 2,9).
De acordo com João, o amor ao próximo é uma exigência central da experiência cristã. A essência de Deus é amor; e ninguém pode dizer que está em comunhão com Ele se não se deixou contagiar pelo amor.
O cenário de fundo do texto está a convicção de que “Deus é amor”. A expressão sugere que a característica mais marcante do ser de Deus é o amor; a atividade mais específica de Deus é amar.
A prova de que Deus é amor é o fato dEle ter enviado o seu único Filho ao encontro dos pecadores, para os libertar do egoísmo, do sofrimento, do pecado e da morte (v. 9).
Jesus Cristo, o Filho, cumprindo o plano do Pai, mostrou em gestos concretos, visíveis, palpáveis, o amor de Deus pelos pecadores, ricos ou pobres, excluídos ou incluídos, marginalizados ou não.
O amor de Deus é um amor incondicional, gratuito, desinteressado, que não exige nada em troca (v. 10).
Os crentes são “filhos de Deus”. É a vida de Deus que circula em nós e que deve transparecer nos nossos gestos. Ora, se creio que Deus é amor total, radical, e incondicional. Esse amor deve ser uma realidade sempre presente na vida dos filhos de Deus.
Quem “conhece” Deus, isto é, quem vive numa relação próxima e íntima com Deus tem de manifestar em gestos concretos essa vida de amor que lhe enche o coração (v. 8). Os que “nasceram de Deus” devem, pois, amar os irmãos com o mesmo amor incondicional, desinteressado e gratuito que caracteriza o ser de Deus (v. 7).
A vida de Deus que enche os corações dos crentes deve manifestar-se em gestos concretos de solidariedade, de serviço, de dom, em benefício de todos os irmãos.

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