GOZO/ALEGRIA

GOZO/ALEGRIA – Deus espera que na velhice os seus filhos produzam o fruto do Gozo/Alegria.

A Bíblia descreve o sentimento do gozo como uma bênção do Espírito Santo. Gozo pode ser comparado com alegria ou felicidade plena, independentemente de circunstâncias exteriores. Segundo o apóstolo Paulo “alegria/gozo” é um dom do Espírito Santo: “Mas o fruto do Espírito é: o amor, o gozo, a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fidelidade, a mansidão, o domínio próprio; contra estas coisas não há lei.”[1]

O verdadeiro gozo do cristão não é a expressão exterior do corpo, mas a certeza que o seu coração está cheio da presença de Jesus. Ao escrever aos romanos, o apóstolo, revela sua tristeza e a constante dor no coração por causa da rejeição de Cristo por seus conterrâneos enquanto que ele, Paulo, era cheio do Espírito Santo, cheio de alegria/gozo.

Jesus certa ocasião exultou no espírito e agradeceu a Deus, pois o seu coração estava cheio de alegria/gozo. Paulo e Silas estavam presos em Filipos, e sua situação não era nada agradável, pois estavam com os pés amarrados a um tronco, corpo ferido e vestes rasgadas; a Bíblia relata que por volta da meia noite, eles oravam e cantavam de forma audível e todos que estavam naquela prisão podiam ouvir os seus cânticos. Apesar das circunstâncias o sofrimento do corpo não calou suas almas, não abafou o gozo dos seus corações.

Estêvão no momento do apedrejamento tinha o coração cheio de alegria/gozo. Em seu rosto brilhava a glória do Senhor. A sua alegria/gozo era está percebendo os céus abertos e Jesus em pé, à direita do trono de Deus.

Os ‘Idosos de Cristo’ não devem temer o envelhecimento nem a morte, porque têm os seus corações cheios da alegria/gozo do Senhor Jesus, embora recebam fortes rajadas de ventos do envelhecer não devem deixar ser sacodidos pelas vagas da vida.

A pessoa que não produz fruto de alegria/gozo quando envelhece exterioriza um comportamento classificado de chato ou ranzinza. Essas características não são adquiridas ao envelhecer, seguem a pessoa desde a infância e ao chegar à velhice se destaca, tornando a pessoa “especialista em chatice e ranzinza”, mas enquanto não morrer há solução para corrigir essa falha.

(Extraído do livro: Envelhecimento. O que todos precisam saber.

Autoria: Pinho Borges)


[1] Gálatas 5,22-23.

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